quando não há texto, não há título.
é difícil começar, de repente, a escrever sobre alguma coisa qualquer. principalmente quando você não sabe sobre o que escrever. começa a imaginar centenas de coisas que jamais serão tão bem escritas em um papel como são nas nossas mentes psicopatas. procuramos termos, palavras, expressões... mas nada sai. pensamos nas novelas, nos filmes, nas músicas... ou até em escrever um livro. mas aí vem o velho choque: quem, em sã consciência, leria meu livro? eu leria(obrigado).
planos, sonhos, desejos, objetivos...tudo pode ser destruído num piscar de olhos, num virar de páginas, numa pequena, mísera, GIGANTESCA falta de compromisso consigo mesmo. às vezes achamos que tudo sairá como planejamos.. mas é só forçarmos um pouco mais a vista que veremos que nada é o que parece. por quê? pra quê? só o tempo dirá. tempo..tempo..tempo.. odeio falar sobre ele. porque sempre chegamos nas mesmas conclusões: só o tempo dirá, só o tempo cura, só o tempo. foda-se o tempo. quero meia xícara de tempo agora. [e a novela começa]
chega a parte do sono. que pensamos em desistir de escrever. quando a gente já sabe sobre o que quer escrever, já tendo um começo-meio-e-fim programados, dormir nos parece algo natural. mas quando o assunto nos parece algo inatingível? impossível? dormir vira o começo do fim. pois todas as idéias psicóticas que passam pela nossa cabeça hoje, podem voltar somente em 300 anos. ou nunca. nunca..que longe. não quero, não posso, não devo. como faço para matar o sono? café? que clichê.. fora o gosto, que é uma porcaria. escrever. é, essa á a solução. escrever e nunca parar. pra quê parar? se a vida não pára..se o mundo não pára, por que eu, um mero aspirante a aspirante a escritor, irei parar? não paro, não paro, lalalalalala. sinto que irei parar.. nem a vontade de escrever vence o sono. afinal, dormir é uma obrigação. uma boa noite de sono nos recarrega as energias(leia-se dormir às 4 da manhã). pelo menos dormirei. salvo o texto, durmo e volto a escrever. mas será que salvarei as idéias? será que ao reler esse maldito texto, minhas idéias voltarão à tona? será? odeio ter dúvidas. por favor, acrescente mais meio copo de certeza, sim? mas será que terá graça se eu tiver certeza de tudo? tá..não vou ficar especulando sobre como é bom as pitadas de incerteza na nossa vida. isso todo mundo já sabe, já escreveu e cantou sobre. não sou só mais um. se quero escrever algo memorável, terá de ser algo diferente. novo. e se ninguém ler? e se... volto a dúvida inicial. [e a novela recomeça] a dúvida vai ter que esperar. tenho que ir. até. não fecha a conta, por favor, pode ser que eu peça mais coisas amanhã.
planos, sonhos, desejos, objetivos...tudo pode ser destruído num piscar de olhos, num virar de páginas, numa pequena, mísera, GIGANTESCA falta de compromisso consigo mesmo. às vezes achamos que tudo sairá como planejamos.. mas é só forçarmos um pouco mais a vista que veremos que nada é o que parece. por quê? pra quê? só o tempo dirá. tempo..tempo..tempo.. odeio falar sobre ele. porque sempre chegamos nas mesmas conclusões: só o tempo dirá, só o tempo cura, só o tempo. foda-se o tempo. quero meia xícara de tempo agora. [e a novela começa]
chega a parte do sono. que pensamos em desistir de escrever. quando a gente já sabe sobre o que quer escrever, já tendo um começo-meio-e-fim programados, dormir nos parece algo natural. mas quando o assunto nos parece algo inatingível? impossível? dormir vira o começo do fim. pois todas as idéias psicóticas que passam pela nossa cabeça hoje, podem voltar somente em 300 anos. ou nunca. nunca..que longe. não quero, não posso, não devo. como faço para matar o sono? café? que clichê.. fora o gosto, que é uma porcaria. escrever. é, essa á a solução. escrever e nunca parar. pra quê parar? se a vida não pára..se o mundo não pára, por que eu, um mero aspirante a aspirante a escritor, irei parar? não paro, não paro, lalalalalala. sinto que irei parar.. nem a vontade de escrever vence o sono. afinal, dormir é uma obrigação. uma boa noite de sono nos recarrega as energias(leia-se dormir às 4 da manhã). pelo menos dormirei. salvo o texto, durmo e volto a escrever. mas será que salvarei as idéias? será que ao reler esse maldito texto, minhas idéias voltarão à tona? será? odeio ter dúvidas. por favor, acrescente mais meio copo de certeza, sim? mas será que terá graça se eu tiver certeza de tudo? tá..não vou ficar especulando sobre como é bom as pitadas de incerteza na nossa vida. isso todo mundo já sabe, já escreveu e cantou sobre. não sou só mais um. se quero escrever algo memorável, terá de ser algo diferente. novo. e se ninguém ler? e se... volto a dúvida inicial. [e a novela recomeça] a dúvida vai ter que esperar. tenho que ir. até. não fecha a conta, por favor, pode ser que eu peça mais coisas amanhã.
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